domingo, 24 de junho de 2012

LINHA CONSTRUTIVISTA


Linha Construtivista
Inspirado nas idéias do suíço Jean Piaget (1896- 1980), o método procura instigar a curiosidade, já que o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas.
Uma aluna de Piaget, Emilia Ferrero, ampliou a teoria para o campo da leitura e da escrita e concluiu que a criança pode se alfabetizar sozinha, desde que esteja em ambiente que estimule o contato com letras e textos.
O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. A partir de sua ação, vai estabelecendo as propriedades dos objetos e construindo as características do mundo.
Noções como proporção, quantidade, causalidade, volume e outras, surgem da própria interação da criança com o meio em que vive. Vão sendo formados esquemas que lhe permitem agir sobre a realidade de um modo muito mais complexo do que podia fazer com seus reflexos iniciais, e sua conduta vai enriquecendo-se constantemente. Assim, constrói um mundo de objetos e de pessoas onde começa a ser capaz de fazer antecipações sobre o que irá acontecer.
O método enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. A teoria condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho ao universo pessoal do aluno.
As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto-avaliação, portanto a escola não é considerada rígida.
Existem várias escolas utilizando este método. Mais do que uma linha pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do individuo no decorrer de sua vida.
www.pedagogia.com.br/conteudos/construivisaphp

sexta-feira, 22 de junho de 2012


ESCOLA MUNICIPAL ISABEL DE CAMPOS WIDAL RODRIGUES
DIRETORA: ISABEL
COORDENADORA: ERONICE
EDUCADORA: TÂNIA MARIA
PROJETO: INTERDICIPLINAR
TEMA: CARNAVAL
CRONOGRAMA: 2 SEMANA

JUSTIVICATIVA
Sempre nesta epoca do ano o povo brasileiro comemora a maior festa tradicional e desde pequenas, as crianças ouvem fatos e histórias vivido pelos seus familiars e assistindo TV, vídeos e ou foliando e apreciando revistas e jornais.Vivenciam também experiências que interagem num contexto de: conceitos, gostos e costumes formando suas idéias e conhecimentos sobre o mundo que a cercam.
Através deste pensamento será trabalhado o tema “O Carnaval”, de forma integrada indo de encontro aos interesses das crianças respeitando suas idéias, necessidades e curiosidades a essa cultura.

Objetivo geral:
Através deste projeto, levar a criança a:
* conhecer a origem do carnaval e se interessar-se e demonstrar curiosidade pela essa tradição assim formulando perguntas, manifestando opiniões sobre os fatos histórico, buscando informações e conhecimentos.
Objetivos Específicos:
* Reconhecer o carnaval brasileiro como a maior festa do mundo;
* Conhecer a história do carnaval no Brasil e suas características;
* Coletar dados sobre o carnaval no Brasil;
* Conscientizar as crianças no sentido de que é preciso não confundir diversão com confusão;
* Desenvolver o gosto pela leitura;
* Trabalhar o raciocínio e a memória;
* Desenvolver a linguagem oral e a escrita;
* Desenvolver o gosto por poemas e músicas;
* Desenvolver a percepção e a coordenação motora;
* Estimular o ritmo;
* Despertar e educar a atenção e a observação;
* Proporcionar liberdade de auto-expressão;
* Possibilitar habilidades com as mãos; desenvolver o espírito criador;
* Estabelecer relações de quantidade/cor, quantidade total e formas;
* Trabalhar com seqüência de numeração;
* Desenvolver a percepção usual do número;
* Trabalhar com psicomotricidade;
* Estabelecer regras para o jogo.
Conteúdos:
* O Carnaval;
* Linguagem oral e escrita;
* O fazer artístico;
* Apreciação musical
* Expressividade
* Equilíbrio e coordenação;
* Número e sistema de numeração
Estratégias:
*Música, Poemas; Parlendas; Painéis; Pesquisa; Dança, Desenho; Pintura; Festa de carnaval; Brincadeiras infantis; Jogos diversos; Ditado;
* Recorte e colagem; Carta enigmática, Literatura infantil; Vídeos;
* Cds; Fantoches; Máscaras; Murais informativos , Atividades explorando a escrita de letras e números.
* o uso do laptop para acessar a internet
* data show.
Avaliação:
A avaliação será realizada permanentemente comprometida com o desenvolvimento das crianças. Será observado o que as crianças sabem fazer, o que pensam a respeito do carnaval e do que é difícil entender, assim como conhecer mais sobre os interesses que possuem.

Sugestões de Atividades
*As crianças precisam ter a oportunidade de usar sua criatividade através do recorte, colagem, pintura e desenho com guache, giz de cera e lápis de cores, montagem de painéis e construção de máscaras carnavalescas.
* É preciso promover momentos para escutar, dançar e brincar muito com músicas carnavalescas atuais e antigas. Estes momentos são importantes para a socialização do grupo.
Brincadeiras Infantis:
* Durante a realização deste projeto as crianças devem participar e compartilhar espontaneamente com sugestões e idéias de brincadeiras infantis. Algumas brincadeiras que podem ser realizadas: O gato e o rato; passar anel; ovo choco; pega-pega; esconde-esconde e outras.
Festa Carnavalesca:
* Na festa carnavalesca da escola as crianças são convidadas a virem fantasiadas e a aproveitarem muito bem a festa dançando, cantando, participando dos trenzinhos e se entrosando com as crianças de outras turmas com alegria e amizade.
Conclusão:
Durante a realização deste projeto é importante observar e perceber o interesse das crianças em aprender e participar das atividades propostas com atenção, criatividade, responsabilidade e muito dinamismo.
Bom trabalho!


PROJETO FESTA JULINA
“ARRAIÁ DO ZÉ DE FREITAS”
ESCOLA MUNICIPAL E.F JOSÉ DE FREITAS
DISCIPLINA: INTERDICIPLINAR
PÚBLICO ALVO: ENSINO FUNDAMENTAL
INÍCIO:                         TERMÍNO:
DURAÇÃO;
ELABORAÇÃO DO PROJETO: PROF-TÂNIA MARIA FERNANDES DE LIMA
APOIO E COLABORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS:

TEMA: “A CULTURA DE UM POVO FORTALECE A NAÇÃO”

INTRODUÇÃO
Origem da Festa Junina
 A Festa Junina é um evento muito antigo, organizados pelos europeus há mais de dois mil anos, para comemorar o início das colheitas. Na Europa a Festa era Joanina, em homenagem ao nascimento de São João Batista. Os portugueses é que mais tarde incluíram São Pedro e Santo Antônio nas festanças, além de outros elementos, como, por exemplo: grandes fogueiras - cujo fim simbólico é o de afastar as pragas agrícolas, propiciando boas colheitas, fogos de artifício e bombinhas, para espantar o mau olhado, e balões coloridos, com pedidos para os santos.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Os portugueses trouxeram para o Brasil essas Festas Juninas, a partir do ano de 1583. E além das colheitas eles comemoravam também o Dia de Santo Antônio, no dia 13 de junho, data em que começavam as festanças. No dia 24 as comemorações eram para São João; e para São Pedro, no dia 29.
No início dos festejos havia fogueiras, danças e comidas. Com o tempo outras modalidades foram sendo acrescentadas. A quadrilha, por exemplo, foi chegar ao Brasil no século XIX trazida pela Corte Portuguesa.

 

Esta imagem apresenta o símbolo do atraso e da miséria do caboclo brasileiro,
Jeca Tatu, traço importante da ficção lobatiana, faz uma descrição e análise do
tipo humano característico da gente do Vale do Paraíba.
( Fonte: diaadia.pr.gov.br)





JUSTIFICATIVA

Considerando que somos um povo com diversas culturas e raças. Percebemos a necessidade de fazer um resgate cultural das festa juninas de alguns estados brasileiros e também reconhecer a sua própria identidade sendo que o nosso estado-RO a mesma vem do negro, índio e branco com cultura da própria etnia (raça). Crenças, tradições, brincadeiras, danças são esquecidas com o avanço do neoliberalismo e com a tecnologia globalizada. E com a transição de estado para o outro vão meio que esquecendo as suas tradições e suas comidas típicas do seu estado de origem.
As crianças do sec.XXI estão muito americanizada com o tal lixo cultural por isso muitas delas não conhece algumas brincadeira como: de roda, do saco, corrida de botas e muitas outras.
E a fazer esse trabalho espero que os alunos e todos que estiverem envolvidos possam resgatar a sua cultura e identidade.

OBJETIVOS

Mostrar ao aluno a importância de diversas culturas, despertando-o  o respeito sócio-cultural
Resgatar brincadeiras populares
Buscar conhecimentos da cultura da comunidade e familiares
Resgatar tradições e crenças.

DESENVOLVIMENTO

Formar grupo para fazer interação e trabalho coletivo e individual
Dialogar sobre diversas culturas
Troca de experiências e partilhar o conhecimento adquirido
Entrevistar comunidade sobre a cultura que ele traz.
Formar grupos com danças diferenciadas
Na metodologia utilizada reside um dos aspectos que caracteriza a criatividade do professor diante dos desafios que se encontra no seu cotidiano.
Aulas expositivas de cada professor de sua turma, deixando espaço para os questionamentos dos alunos entre contato com idéias, conhecimentos, experiências e comportamento de uma geração que não é a sua.
O método interdiciplinar é aplicado em diversas formas: produção de texto, leituras, arte, pinturas, oficina- confeçcão de espantalho caipira e bonecão caipira, desenho, teatro, danças de vários estilos e decoração e criatividade de cada turma.
Exposição de trabalhos de cada turma.
A proposta é trabalhar com os alunos artesanatos alternativos. Bandinha com material reciclável, danças folclóricas como meio de resgate cultural: frevo, capoeira, Bumba meu boi, dança da fita, forró, sarandeiro (música gaúcha), quadrilha caipira...
Pesquisa em livros.

EXECUÇÃO
- Ser participativo alunos professores e funcionários da escola.
- A rainha e rei da festa-  Cada sala indicará sua candidata para o desfile internamente para a escolha dos candidatos reis e rainhas da festa sendo que a primeira escolha será dos alunos depois os funcionários da escola que indicaram os candidatos para concorrer a coroa de rei e rainha após a escolha dos candidatos receberam um livro ouro. Esse livro significa contribuição de qualquer quantia ou doações que eles arrecadarem. A maior quantia essa será eleita. O livro é bem decorado com fios de ouro e com emblema da escola.
-Distribuição de tarefas entre os colaboradores e participantes.
-Envolver o projeto na metodologia e planejamento de cada professor na medida do possível.
-Interpretar vários tipos de textos, poesias, músicas, artesanato, artes, desenho para aprendizagem do aluno.
- envolver os alunos em brincadeiras, danças confecção e ornamentação do projeto.
- No dia do evento apresentar e oferecer comida típica de cada região do estado representado ex: Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
- Oferecer ao alunos a escolha de danças diferenciados como:
A cultura negra, por meio do reggae e outras manifestações, a capital maranhense possui uma maneira diferente de comemorar o São João. Ao invés do forró e das quadrilhas, as principais atrações da capital maranhense estão ligadas ao bumba-meu-boi. Com belas fantasias, música contagiante, enredo e muita animação, a festa na cidade histórica reúne elementos culturais de negros, indígenas e portugueses. O auto conta a história do escravo Pai Francisco, que, para satisfazer a mulher, Catirina, grávida e com desejo de comer língua de boi, mata o novilho Mimoso, o mais querido do amo. Uma vez descoberto, Pai Francisco foge com a mulher, mas é preso e libertado quando feiticeiros conseguem, por meio de mágicas, ressuscitar o animal. A encenação marca o início dos festejos juninos no Maranhão.

- Organizar uma fogueira e fogos que é símbolo da tradição das festa juninas.


     

A decoração de uma Festa Junina Brasileira é simples de ser organizada. Bandeirinhas coloridas - do Brasil, fogueira, figurativa ou não - dependendo do ambiente -, e barraquinhas para os quitutes são alguns exemplos de uma autêntica decoração dos festejos juninos.
- Envolver os alunos nas brincadeiras:
Corrida do ovo na colher: marca-se um local de partida e outro de chegada. Os corredores, após decisão prévias das regras, devem segurar com uma das mãos (ou a boca, se assim ficar decidido) uma colher com um ovo cozido em cima. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Para os casos de impossibilidade do uso de ovos, estes poderão ser substituídos por batatas, limões, etc.
  Corrida do Saci ou Corrida das Botas: traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Na primeira linha, os corredores tiram as botas, que são levadas para trás da outra linha, aonde são misturadas. Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar suas botas, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto.
 Pescaria: recorte peixes em cartolina e numere-os. Faça um corte no lugar da boca do peixe e prenda um clipe ali (parecerá uma argola). Faça varas de pescar amarrando um barbante em cada vareta. Depois, na outra ponta do barbante amarre um outro clipe aberto na lateral. O clipe, quando aberto, tem o formato de gancho, como um anzol. Espete os peixes numa grande bacia com areia. Ganha um brinde quem pescar o peixe com o número de maior valor.

Jogo das argolas: enche-se com água garrafas de refrigerante (plásticas e grandes) e aperta-se bem as tampas. Arruma-se as garrafas no chão com pelo menos um palmo de distância entre elas. Faz-se uma linha de arremesso acerca de 1,5 metros de distância. Cada participante recebe cinco argolas (ou pulseiras), para fazer cinco tentativas. Vence quem acertar mais argolas nos gargalos das garrafas.

Correio-elegante: é o serviço de entrega de bilhetes durante a festa. Quando não estiver entregando bilhetes, o entregador passeia pela festa, oferecendo o serviço de correio. A mensagem é escrita num cartão ou papel colorido. Se a festa for grande, o correio pode ficar numa mesa, aonde os cartões são escritos por uma pessoa e entregues por outra. Para facilitar, pode-se levar alguns cartões prontos, com quadrinhas amorosas, a exemplo destas: "Se jogares fora esta carta, me amas; se rasgares, me adoras; se guardares, por mim choras; se queimares, comigo queres casar!", "Não sei se é fita ou se é fato, não sei se é fato ou se é fita; o fato é que ela me fita, me fita mesmo de fato.", "Tudo que nasce no mundo tem seu fim particular; tudo tem o seu destino: eu nasci para te amar!", "Quem não sabe o meu nome, pergunte e indague bem. Eu me chamo (...), mas não conto a ninguém.", "Com A eu escrevo amor, com A eu escrevo amizade, com ( ... ) eu escrevo teu nome, causa da minha saudade!", ou frases engraçadas.

 Cadeia: escolhe-se um local isolado ou cercado por cadeiras, para ser a cadeia. Nomeia-se (ou sorteia-se) um delegado e seus ajudantes. O preso vai até a cadeia e paga uma prenda (mostra uma habilidade) para ser solto, que pode ser: cantar uma composição tradicional, declamar uma poesia, dançar uma música de peões ou  tocar um instrumento musical, fazer uma imitação, etc. Se houver um palco com microfone, a cadeia pode ser colocada num canto dele. E a moça a ser paga diante do microfone poderá ser vista por todos os presentes na festa.
As Oficinas e confecção do espantalho das Festas Juninas
Com o fim de incentivar junto às crianças o manuseio de trabalhos manuais.  Como exemplo citamos a construção de um espantalho, objeto este relacionado à vida interiorana de todo o Brasil.

Material
- camisa de mangas compridas, de cor clara (nunca xadrez, preta, vermelha ou de outra cor berrante);
- calça larga
- pano quadrado
- cabo de vassoura
- jornais velhos
- botões para fazer o rosto
- lã ou caneta vermelha
- linha e agulha
- bola amarela (pode ser bolas da árvore de Natal)
- palha seca
- chapéu de feltro (preferencialmente preto e tapeado na testa; nunca branco, chaparral, country ou de palha)
Modo de fazer

1. encha a caça de jornal amassado. Faça o mesmo com a camisa de mangas compridas e cor clara, amarrando a base como se fosse um saco;
2. coloque a camisa dentro da calça e costure as duas juntas;
3. para fazer a cabeça do boneco, você precisará de um pano quadrado, jornal e um cabo de vassoura; abra o tecido e coloque jornal no centro; depois junte as pontas, como se estivesse amarrando uma trouxa; espete o cabo de vassoura neste amarrado; modele a bola com as mãos, para que fique o mais redonda possível; com dois botões grandes faça os olhos; o nariz pode ser uma bola amarela da árvore de Natal; faça a boca com uma caneta ou um fio de lã vermelha;
4. apoie o corpo do espantalho em uma parede ou árvore; para juntá-lo à cabeça, coloque o cabo de vassoura dentro da camisa; 5. para fazer os cabelos, mãos e pés, coloque palha seca, assim como nas mangas da camisa e nas barras da calça; finalize colocando na cabeça o chapéu  tradicional (escuro, copa baixa, com barbicacho e tapeado na testa).

RECURSOS HUMANOS;
Professores, coordenação, funcionários e direção.
Obs:
Através desse projeto será elaborado projetos individuais de acordo com a tarefa direcionada a cada professor





* O folclore brasileiro é um dos mais ricos do mundo, pois além da cultura acabou recebendo influência do povo português e, principalmente, dos negros. Com a chegada dos imigrantes de outras partes do mundo, há pouco mais de cem anos, o enriquecimento cultural aumentou ainda mais